Dizia-me a voz do bom senso.
Se deitasse conseguiria dormir?
Sabia que não!
Além de não ter sono, havia ficado impressionado com o que acabara de acontecer, falamos com Deus de uma forma tão espontânea, simples como, me indique uma passagem bíblica antes de dormir.
Disse-me tá né, que estranho isso!
Repliquei, sem estranheza e nem hesitação! Deus usa de muitos meios, inclusive mensagens de texto (risos), para que haja belos fins. Ele conhece até o fundo de nossa alma.
Que bonito isso! Move nosso ser ao falar. É como tomar uma aspirina e ao perceber passou a dor de cabeça.
Com o silêncio trazido pelo sol já abaixo do horizonte, de alguma forma o curto momento fez-me parar exteriormente e mexer-me internamente, intensificando o pedido com certa reciprocidade gratuita, um tanto de cuidado derivando querer bem e mais um tanto de atenção afixando seus derivados, a quem a missiva era destinada.
Em todos os detalhes das intenções verdadeiras, Ele se faz presente, que muitas vezes serve de referência ao desorientado e alimenta o orientado, chega a passar um filme imaginando sua chegada na outra extremidade e quanto à resposta que não se faz demorar, arquiteto na mente a dedicação nascida ali, e o tempo dedicado disse, obrigado! mutuamente.
Vejo até suas sardas participando da conversa e as lágrimas que não procura esconder quando se aglomeram aos seus olhos, aliás, elas são uma bela linguagem quando não se tem muito a dizer de outro modo.
Comecei a relatar num gráfico imaginário as fazes imersa nessa experiência, tão curta mais tão intensa, cheio de rabiscos e pontos culminantes de alegria.
O titulo seria: “Surpreendendo-nos e mudando-nos de rota”
Sem obrigação, partiu tudo do coração e como se cantássemos uma canção de amor e gratidão sem fim, despedimo-nos.
E de todo esse intangível ficou o rastro de um perfume de fragrância eterna.
“Ele conhece até o fundo de nossa alma” (tirado de Salmo 138,14)
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Ele reuniu um punhado de Sins ...
Quando chegara já com sua mochila pendurada nos ombros, (nosso coordenador bem sabe da dificuldade e cansaço que encarou para fazê-la nos encontrar, podemos dizer de uma dificuldade esperançosa e um cansaço gostoso, ele sabe do que estou falando), absorveu a atenção precisa, ou melhor, fora sequestrada a sua atenção para o que sua esclerótica estara por avistar, como água em terra profundamente seca.
O seu visa já enxergara os sorrisos, os abraço, aquele completamente, completo generalizado, um completo ao general, organizados como um batalhão em sentido simetricamente à espera do Chamado do seu comandante. E no seu ouvido já se ouvira e se misturara as línguas, sotaques e gírias desencontradas, já não havia mais individualismo, egoísmo, egocentrismo em meio aquele tanto, aquele todo, aquela vasta luniforme abundantemente tomada, preenchida, em tudo, estou falando de, tudo agora É uma coisa só! O que dizer se não: É Deus!
Deslizara em sua face uma lágrima, duas, três, quatro, cinco... Sua força, sua alma, seu coração estavam ali desfeitos nelas, quase impossíveis era conte-las. Estara Ele, o superior do representante já se manifestando em um dos seus infindos leques de atuação, que vai além de nós, além do que tentamos empacotar na mente, e quanto mais se olhar além, e além do olhar, mais se consegue enxergar.
A sensação de oco e de vazio definitivamente não existira ali.
Ah! Quando nos olha o vento e como um lustral nos toca a fina garoa, quando nos fala o som do mar e nos sente os grãos de areia, é Deus, é Deus nos gritando freneticamente, sou Eu! Chega sem igual, singular, uníssono e até um tanto lisérgico ao coração de quem já se vê por não mais estancar o silêncio confiante, calmo e imperturbável, sem ressalvas, que vem morar no mais intimo do nosso interior, como se o melhor aplauso estivesse ali escondido naquele instante.
Assim fica fácil escutar a fala d’Aquele que chama por nós.
Com sua linha ditada transbordante em criatividade remexida com simplicidade, sempre intenso, coisas novas aparecem vívidas de uma melodia paradigmática, um fio sonoro exclamado em acordes inexplorados.
De quando em vez dirigindo-se a entrada e quando assomou a ela, ah! Foi indizível, inenarrável, e de perto ou de longe, pros que estão não muito longe dos olhos e pros bem longe dos olhos compreende-se, percebe-se, sente-se o olhar Lançado em nossa direção, nós todos fora da habitual zona de conforto, fortalecemo-nos, tornamo-nos um vedeta, um observador, um guarda avançado, um sentinela do Amor d’Aquele que nos Amou/Ama/Amará, sua exigência?
Incondicionais!
Um semeador de alegria esperançadora, caridade e fé a quem dela tão precisando está, vem somar aos corações joviais e nutrir os devastados.
Um momento, uma experiência, uma coisa que não se descreve com letras e que palavras não definem e as explicações não explicam, só quem experimenta o sabe, pois a ocasião é com alguém cuja minha e a sua inteligência humana não alcança, não compreende, é maior que todos nós, mas se fez um entre nós, é tão complexo e é tão simples.
É como um sorriso dado/gratuito sincerizando por ai, o que se deslindo por trás dele? Indefine-se! Pelo amor sem exigências, pela simplicidade de um gesto pequeno ser e se tornar tão grande, na expressão da verdade sem relativismos.
Vividos e vívidos momentos que jamais irão rouba-los de nossa face, de nossa companhia.
Já lá se ia Ele e Sim foi o meu dito!
Se preciso for espera Ele pelo seu.
O seu visa já enxergara os sorrisos, os abraço, aquele completamente, completo generalizado, um completo ao general, organizados como um batalhão em sentido simetricamente à espera do Chamado do seu comandante. E no seu ouvido já se ouvira e se misturara as línguas, sotaques e gírias desencontradas, já não havia mais individualismo, egoísmo, egocentrismo em meio aquele tanto, aquele todo, aquela vasta luniforme abundantemente tomada, preenchida, em tudo, estou falando de, tudo agora É uma coisa só! O que dizer se não: É Deus!
Deslizara em sua face uma lágrima, duas, três, quatro, cinco... Sua força, sua alma, seu coração estavam ali desfeitos nelas, quase impossíveis era conte-las. Estara Ele, o superior do representante já se manifestando em um dos seus infindos leques de atuação, que vai além de nós, além do que tentamos empacotar na mente, e quanto mais se olhar além, e além do olhar, mais se consegue enxergar.
A sensação de oco e de vazio definitivamente não existira ali.
Ah! Quando nos olha o vento e como um lustral nos toca a fina garoa, quando nos fala o som do mar e nos sente os grãos de areia, é Deus, é Deus nos gritando freneticamente, sou Eu! Chega sem igual, singular, uníssono e até um tanto lisérgico ao coração de quem já se vê por não mais estancar o silêncio confiante, calmo e imperturbável, sem ressalvas, que vem morar no mais intimo do nosso interior, como se o melhor aplauso estivesse ali escondido naquele instante.
Assim fica fácil escutar a fala d’Aquele que chama por nós.
Com sua linha ditada transbordante em criatividade remexida com simplicidade, sempre intenso, coisas novas aparecem vívidas de uma melodia paradigmática, um fio sonoro exclamado em acordes inexplorados.
De quando em vez dirigindo-se a entrada e quando assomou a ela, ah! Foi indizível, inenarrável, e de perto ou de longe, pros que estão não muito longe dos olhos e pros bem longe dos olhos compreende-se, percebe-se, sente-se o olhar Lançado em nossa direção, nós todos fora da habitual zona de conforto, fortalecemo-nos, tornamo-nos um vedeta, um observador, um guarda avançado, um sentinela do Amor d’Aquele que nos Amou/Ama/Amará, sua exigência?
Incondicionais!
Um semeador de alegria esperançadora, caridade e fé a quem dela tão precisando está, vem somar aos corações joviais e nutrir os devastados.
Um momento, uma experiência, uma coisa que não se descreve com letras e que palavras não definem e as explicações não explicam, só quem experimenta o sabe, pois a ocasião é com alguém cuja minha e a sua inteligência humana não alcança, não compreende, é maior que todos nós, mas se fez um entre nós, é tão complexo e é tão simples.
É como um sorriso dado/gratuito sincerizando por ai, o que se deslindo por trás dele? Indefine-se! Pelo amor sem exigências, pela simplicidade de um gesto pequeno ser e se tornar tão grande, na expressão da verdade sem relativismos.
Vividos e vívidos momentos que jamais irão rouba-los de nossa face, de nossa companhia.
Já lá se ia Ele e Sim foi o meu dito!
Se preciso for espera Ele pelo seu.
sexta-feira, 12 de julho de 2013
Sinta-se visto disse-me ...
Depreendamos um
Dos cinco
Sentidos que fazem nascer tantas coisas,
Inclusive esse texto, o contexto, o todo e
Nesta hora
Ainda que olhe sempre em sua janela
Não estivera
Quando de vagar passara eu.
Nunca fora aquele destino uma obrigação,
Existira outras escolhas e elas sem escolhos
Que carecesse dizer,
Devo ir além de cá ou devo ir além de lá.
Mas sempre que vou
De prontidão já sei bem a direção,
Embora nada marcado
Por vezes nos encontramos,
E os olhares próximos conversam mutuamente,
Exalam a necessidade humana de falar e ser ouvido.
E quando o emissor sabe receber e
Receptor consegue emitir,
Ah!
Essa reciprocidade transborda o que era pra ser preenchido,
Mesmo que nada seja dialogado e
Somente as íris observantes narrem
O inesperado de fato e o esperado de sempre,
Que antes tentara por perceber,
Mas agora sente a reação da ação.
Daqui enxergo
E a única diferença que os separa é a do olhar
Que sempre parte de algum lugar,
Quando não da sua janela
Que se tornou seu querido posto, sua espera.
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Toma conta Eternamente ...
Imagine uma divida eterna. Amedronta?
Um abraço, dois abraços, três abraços...
apertado, lento, demorado,
cada um o recebe com uma particularidade própria,
Assim já temos a forma de pagamento ardorosamente arquitetada.
Suaviza?
Recorde um apertado e
Lembre-se,
Que se alegrou muito mais pelo que foi dado,
Use a memória e enxergue um lento,
Que para todos que o assistem ou são coadjuvantes,
É o que é,
Mas aos protagonistas é como se aqueles segundos fossem horas e horas,
E flasch e filmes se passam dentro dele.
Tacteando-se e movimentando o ar reflita sobre o demorado e
Você deve concordar que,
É uma das poucas demoras que não são sofridas.
Bah! Mesmo se demorar ainda um pouco mais e
Se vier quase desfeito em lagrimas, ele nos fortalece.
Embora, por vezes, em alguns casos, não exista reciprocidade em umas das partes...
Não, não é um vão cuidado!
Pode fazer germinar a sólida esperança que não mais existia.
Como o sol dentro de um nevoeiro,
Ele está ali, eminente está por vir,
Mas naquele exato momento, mesmo sendo mais forte
E ele o bem sabe
Aquelas microscópicas partículas de água
Estão fazendo nada mais além do que lhe fora confiado.
E no momento absolutamente certo!
Assim como um abraço eterno o sol vem,
Reaparece, e toma conta daquele todo novamente.
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Quem houvera de ter marcado?!
Vem uma moça vem até a porta e ordena, troca a sua calça por está, é mais apropriada, ponha seus pertences em alguns desses armários, correntes, pulseiras, relógio, blusa e o sapato pode tirar na sala de Raio-X. Desse depois que ela saiu, disse-lhes, achei que fossem todos funcionários da clínica, me pareciam estar uniformizados, e caíram na gargalhada. Um deles perguntara, são admissionais, o mais velho da sala respondeu, sim, fizera 18 anos que tentara entras nesta empresa e só agora consegui, mesmo sem a maior parte dos dentes o sorriso daquele senhor era de tamanha simplicidade, sinceridade e alegria, e que alcance tem isso! Embora sem conhecê-lo e os nossos olhos não o terem enxergado antes, fomos todos contagiados pelas palavras ditas na expressão daquela face.
O moreno mais jovem quis colocar-se na conversa, disse que também estava sendo recrutado por uma empresa e deixara de ser um procurador de empregos, estava eu atento ao que dissera, mas logo o barbudo mudou de assunto e falou sobre o acidente de ônibus transmitido em vários noticiários, e todos vieram a concordar que, no absurdo do acontecido não encontrara-se vestígios de bom senso, foi uma só vozeria de revolta, queixumes e suspiros. Embalado pelo ar de indignação, com uma entonação mormúriada, o alemão ainda dissera que fora roubado, seus fios de cobre que ajuntara para vender já não se encontravam mais no casinhoto de ferramentas.
E sem espaço pro próximo parágrafo, o técnico do jaleco branco aparece na porta e com uma tesoura bem afiada corta a conversa e os verbos que nasciam ali, caóticos, lamuriosos, risonhos. Chama o senhor do sorriso e posteriormente um a um... despedimo-nos e meus pensamentos disseram: hoje sete vidas se encontraram numa sala de espera, foi singular, foi especial, cada feição, cada tom, nada igual nos detalhes, mas tudo igual num contexto, e como um despertador programado para a mesma hora, saímos, deixemos, evaporemos do nosso ponto de encontro, contudo, quem houvera de ter marcado?!
O moreno mais jovem quis colocar-se na conversa, disse que também estava sendo recrutado por uma empresa e deixara de ser um procurador de empregos, estava eu atento ao que dissera, mas logo o barbudo mudou de assunto e falou sobre o acidente de ônibus transmitido em vários noticiários, e todos vieram a concordar que, no absurdo do acontecido não encontrara-se vestígios de bom senso, foi uma só vozeria de revolta, queixumes e suspiros. Embalado pelo ar de indignação, com uma entonação mormúriada, o alemão ainda dissera que fora roubado, seus fios de cobre que ajuntara para vender já não se encontravam mais no casinhoto de ferramentas.
E sem espaço pro próximo parágrafo, o técnico do jaleco branco aparece na porta e com uma tesoura bem afiada corta a conversa e os verbos que nasciam ali, caóticos, lamuriosos, risonhos. Chama o senhor do sorriso e posteriormente um a um... despedimo-nos e meus pensamentos disseram: hoje sete vidas se encontraram numa sala de espera, foi singular, foi especial, cada feição, cada tom, nada igual nos detalhes, mas tudo igual num contexto, e como um despertador programado para a mesma hora, saímos, deixemos, evaporemos do nosso ponto de encontro, contudo, quem houvera de ter marcado?!
terça-feira, 14 de maio de 2013
Nobre Demais
Há alguns que são jardinadores de vida,
É crível que sua estação única seja a primavera,
Inclusive a que se encontra dentro de si,
A que podemos chamar de estado da alma,
Ela se encontra assim
Sempre bela, alegre, vibrante e
A cada dia, a cada instante
Um novo colorido emerge e
Vem somar ao harmonioso jardim.
Eu narro, mas aqui e agora não daqueles
Que sentem prazer em encontrar defeitos
Nas coisas simples,
Ou nas complexas, porque como somos nas pequenas
Seremos nas grandes,
Verdadeiramente, esses não buscam isso.
Sentenças ferinas
Desprezam, menosprezam, desprestigiam plenamente
O valor dessa coisa intangível que nos faz ser o que somos,
Que está além da carne e da tez, das faces e fisionomias,
Mas entranhada por de trás dos visos.
Um alimento digno necessita ser preparado,
Mas para fazê-lo,
Basicamente,
É inevitável não sair da nossa zona de conforto,
É preciso renunciar alguma coisa e anunciar outra,
Carece se encontrar uma maneira simples, pequena, suave
Que favoreça esse propósito,
Como um pingo mel que apanha mais moscas
Que uns litros de fel,
Melhor dizendo,
O pouco necessário e não o muito que só aparenta ser.
O passadio é aguardado,
Como alguém na janela com os olhos atentos
Na estrada,
A espera,
Para quando avistar ir correndo encontrar.
Esses se tornam nobres demais para culpar os outros,
Tem coragem e hombridade para assumir os lapsos
Sem a menos coação e
Sabedoria suficiente para enxergar os jardins de cada face,
Como se o coração mudasse de lugar e
Se encontrasse agora na ponta da tesoura que poda.
quarta-feira, 8 de maio de 2013
O esperado acontece e o Perfeito logo voltará ...
Era longe, nem se imaginava, mas agora já se encontrara lá, a necessidade o fez ir, ir ... ir além, no sentido de passar por onde não desejava, pensava-se de algo distante e sem contribuição alguma acrescentada na bagagem paradoxalmente para curto e frutífero em seu intimo. Em meio ao trajeto não pequeno podia contemplar o urbano que ia cedendo espaço ao rural, o ar mais leve e mais puro, o vento a entrar pela janela do ônibus. Os detalhes despercebidos nas rotinas corriqueiras não resistiam ao olhar contemplativo do rapaz posto ao acento rijo e sem conforto.
Ademais, partindo de um ponto de vista eminentemente egoísta, no bom sentido, (egoísmo tem bom sentido? Sim, tem!), é muito mais proveitoso experimentar mudar a si mesmo, com atributos das novidades inesperadas e acontecimentos falhos e imperfeitos que destroçam a rotina, do que os outros. Ou melhor, se enxergar ciscos sujos e rotos nos olhos, lugares, situações, pondere e antes de alguma atitude tire primeiro a sujidade da sua íris.
Na volto empregando a idêntica psicologia é o rural que vai sendo tomado pelo urbano e todos os seus derivados, uns bons e outros não tão bons. Já é noite ali e os detalhes vistos são menores, mas ricos por ser uma particularidade dela, por vezes enluarada noutras bem escura, esses pormenores entusiásticos o fazia sempre mais vivamente interessado, pequenas coisas assim agem como lubrificante na engrenagem da monótona rotina dos dias.
E de ausência em ausência o inesperado e o imperfeito acontecem. Como Lidar?
De presença em presença o esperado acontece e o Perfeito logo voltará, então o imperfeito já não mais existirá!
Ademais, partindo de um ponto de vista eminentemente egoísta, no bom sentido, (egoísmo tem bom sentido? Sim, tem!), é muito mais proveitoso experimentar mudar a si mesmo, com atributos das novidades inesperadas e acontecimentos falhos e imperfeitos que destroçam a rotina, do que os outros. Ou melhor, se enxergar ciscos sujos e rotos nos olhos, lugares, situações, pondere e antes de alguma atitude tire primeiro a sujidade da sua íris.
Na volto empregando a idêntica psicologia é o rural que vai sendo tomado pelo urbano e todos os seus derivados, uns bons e outros não tão bons. Já é noite ali e os detalhes vistos são menores, mas ricos por ser uma particularidade dela, por vezes enluarada noutras bem escura, esses pormenores entusiásticos o fazia sempre mais vivamente interessado, pequenas coisas assim agem como lubrificante na engrenagem da monótona rotina dos dias.
E de ausência em ausência o inesperado e o imperfeito acontecem. Como Lidar?
De presença em presença o esperado acontece e o Perfeito logo voltará, então o imperfeito já não mais existirá!
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