sexta-feira, 8 de março de 2013

Ilumina Veladamente ...

Sempre que se vai o dia nasce uma prece, os olhos se fecham, assim alcançam mais longe. Um sorriso, uma luz, como a chama viva de um bico de gás que Ilumina Veladamente o ambiente, a noite, o caminhar. Nos pensamentos relampejando é inalcançável a face franzindo o cenho, com malignidade para nenhum e com caridade para todos. Iremos juntos. É... lado a lado, em paralelo ao encontro dos braços do Redentor! sem rodeios, sem palavras a mais, sem redundância como se ouvisse agora o estalido dos fechos. É um tanto jubiloso e indisfarçável dizer, mesmo que fortuito ou intencional. Diria, quem redige, foi uma ação, segundo a visita da face citada, um reflexo condicionado por sua personalidade administrada com precisão... E, Ele (o Redentor), espera ansiosamente o nosso grito! O nosso clamor! Como o nascer do sol invadindo as cinzas escuras que faz a vida brilhar. E o brilho de um sorriso que transcende a face sincera de um abraço a esperar. Braços abertos a esperar, sempre!

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Mas carece ser sincero ...

É ... te alcança, transcende, sai do lugar e vai ao encontro seu. Calmo como o mar sem vento, afigura-se até tangível , apreciável. Sua luminosidade, algo esparso! Uma condição única conduz e provoca uma reação única, por vezes não exteriorizada, talvez por um orgulho qualquer, bem, poderia estar em desuso naquele breve instante . Quanto a resposta indiferente, é instigada afável e agradavelmente a retribuir mesmo que sem verbos e expressões. E quando não o recebe, modesto, continua valente a se doar. Entreolharam-se num modelo íntegro emergindo, crescente e vivo. O que ele fizer simples e naturalmente refletirá. Nunca retribui com a mesma intensidade, ultrapassa. Sem ele o dia-a-dia segue sua sina rotineira, com ele paradigmas são estilhaçados, sem roteiros ou formalidades, verdadeiramente é mestre nesse quesito. Deslinda-lo é encantador. Sua leve luz pode atravessar barreiras, magoas, aflições, dores, etc... O que pode fazer um Sorriso Sincero?

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Inestimável ...

Desencadeando, mana algo belo em meio ao caos. Não necessariamente carece ser retribuído, mas quando é, se torna mais intenso , parece vento de outono na face, Você até facha os olhos para ver, sentir, traz conforto ao coração devastado. Conforto?! Será que existe uma palavra para exprimir?! Tem os que ficam esmerados coma cena. Os que ridicularizam, os que imaginam: só o fazem para externar sua "compaixão". Falam, pensam, murmuram reprovando "é só para estorvar", etc ... Sem ter experimentado (é, é sim! ainda há os que não o tiveram apertando seu peito), e sem imaginar que só o gesto por si pode curar a dor de um lado e os pré-conceitos do outro. Mesmo com os transeuntes falantes não se eleva e nem os condena, interpreta bem as carência. Consoante vai se ficar a saber quando de alguém, sem hesitar e sem pausar lagrimas caem. É a maravilha das lagrimas não se pode desconsidera-las. Sinais assim estão cada vez mais rareados ao nosso lado. E preso "nele" não mexa-se, pois não conseguirá, ele vem cheio de ternura, afeto e simpatia! Nas lacunas existe um amor que os transcende, um amor maior do que qualquer um dos dois. Maior que o Abraço e os abraçados.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Na proporção das ...

Ah... ela é bonita, é admirável, é singela, é simples. Ela não é a maior, mas deriva das maiores. Suas proporções variam, e podemos ser uma, duas, três, quatro vezes Ela, ou inumeravelmente. Os que não a tem correm o risco de se tornar vitima da própria criatura, pois, ninguém pode tê-la por nós, é uma minuciosa particularidade da personalidade crescida\criada dia-a-dia. Num tempo em que a onda é ostentar, ela nada na contra mão. Eu a chamaria de: “gratuidade da graça”, e um tanto que admiro nela é sua naturalidade, informalidade e humildade despretensiosa. Ela está ali lado a lado aos nossos lapsos, nem por isso perde sua pureza. Sutilmente faz com que congraçamentos inesperados aconteçam em meio à escória ou a “realeza” social. Penso... sua vontade mais profunda seria aquinhoar cada um com um pedacinho do seu ser. Acredite! tê-la consigo não é sinônimo de fragilidade, mas de força. Nem é estupidez, mas é lucidez. É dar de graça o que não se vende e receber da graça o que não se compra. Ela é um presente para a vida ou a vida é um presente para ela? Mutuamente! Na mesma proporção as duas generosidades.

sábado, 5 de janeiro de 2013

Traços

Imaginemos os novos traços. Um pouco além os rascunhos dos traços, desinteiros, todos pela metade, ainda inacabados. Precisamente provados e analisados pela Dona coerência, e ajeitados aos cuidados da Sr.ª coesão, vestígios de beleza enrustida, até então “suja”, principiam romper uma barreira. Escrita, descrita, desescrita e escrita... o ciclo parece não ter fim na vasta autópsia de seus superiores. E assim como se a mais normal\ingênua conclusão e bem como se tão simples ao olhar, as coisas começam a se completar. Complementam-se aos poucos, os poucos se somam. O rústico vai tornando-se suave, com notas peculiares. E os traços próprios, seus, fazem escrever uma história. Traços particulares fazem-me ver em trechos da história. De simples encontrar. De se deixar levar... De se deixar levar ao Criador das histórias.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Exalemos

Hoje eu vi um idoso sorridente, poucos cabelos, a maioria brancos, já não mais revoavam com o vento. Aparentara estar com a saúde em dia, pois, pedalava sem parar. Passara na avenida próxima ao mercado central, me fez recordar minha infância e pré-adolescência. Fora inspetor de alunos no colégio onde estudei da primeira a quinta serie. Esperara no carro, meu pai que havia ido à loja agropecuária ali ao lado, quando Seu Pedro passara. Nunca o conheci verdadeiramente, sendo ali a primeira vez que o vira após um saudoso tempo. Aqueles segundos em que suavemente esmerará seu trajeto, me emocionaram intensamente, corri parágrafos pensando: ... “indistintamente tratava todos com educação e respeito admirável”, “honesto e amoroso a todos que o circundavam”, não recordo das conversas, mas da atenção que se desdobrava entre um assunto e outro. Seu Pedro só trouxe boas lembranças, é o tipo de pessoas que faz com que exalemos nossa humanidade, que nuns é tão visível e noutros nota-se tão submersa, enxerga-se na face e no sorriso tudo o que não é verbalizado, de outro modo, é exalado limpidamente!

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Lento passo

Em breve ou não... Tenho onde me reencontrar se carecer, nos lugares onde passei e pedaços de mim ficaram. Em alguns dos passos, talvez, nem ficaram bons fragmentos, mas não é essa a intenção que parte do intimo quando se objetiva honestamente caminhar. Em pessoas, lugares, situações. Que Influenciam, instigam. Mostram, remetem, interiorizam, contemplam. Expressam, ensinam, ensinam, ensinam... Fazem-nos lembrar, relembrar, ah e como é bom simplicidade virar nostalgia. Rememorar a chuva fresca na calçada da casa do amigo lá da cidade vizinha. Cismo que parte daquele lugar, aquele momento, aquela situação ficou em mim e não saiu. Eu quis dizer, aquele todo me viveu e foi recíproco. Foi tão breve, mas tão intenso e tão eterno. Foi recíproco!